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Mulher teria instigado filho a matar nora em Vespasiano, aponta Polícia Civil

  • Foto do escritor: Central Vespasiano
    Central Vespasiano
  • 27 de jan.
  • 2 min de leitura
Polícia Militar de Minas Gerais
Polícia Militar de Minas Gerais

A Polícia Civil de Minas Gerais prendeu, nesta segunda-feira (26), em Sete Lagoas, Marcia Helena da Silva, de 47 anos, suspeita de ter instigado o próprio filho a cometer o feminicídio que vitimou Graziele Rodrigues Brito, de 24 anos, no município de Vespasiano. O crime ocorreu no dia 5 de dezembro de 2025, no bairro Vila Esportiva, e causou grande comoção na cidade.


Graziele foi morta a facadas dentro da própria residência e não resistiu aos ferimentos. O autor do crime, segundo a Polícia Civil, foi Juarez Antônio da Silva, de 29 anos, companheiro da vítima e filho de Marcia Helena. Ele foi preso em flagrante poucas horas após o assassinato.


De acordo com as investigações, logo após o crime, Juarez fugiu em uma motocicleta em direção ao Norte de Minas Gerais. Ele acabou localizado por equipes da Polícia Militar na rodovia MG-135, nas proximidades do município de Joaquim Felício. Durante a tentativa de abordagem, o suspeito tentou fugir, mas foi perseguido e capturado. Aos policiais, ele confessou o assassinato e alegou que a motivação teria sido uma suposta traição de Graziele.


Após passar por audiência de custódia, a prisão em flagrante de Juarez foi convertida em prisão preventiva, e o processo foi encaminhado à comarca de Vespasiano. A vítima deixou dois filhos menores de idade, frutos do relacionamento com o autor do crime.


Com o avanço das investigações sobre o feminicídio em Vespasiano, surgiram indícios de que o crime pode ter sido previamente incentivado pela mãe do suspeito. Filhas de Marcia Helena e irmãs de Juarez relataram à polícia que tentaram alertar Graziele dias antes do assassinato, após perceberem comportamentos e falas consideradas suspeitas por parte da mãe.


Segundo uma das cunhadas da vítima, Marcia teria feito declarações que indicavam que “algo iria acontecer”, que a vida da família iria “mudar” e que todos precisariam “ir embora rápido”. Em outro momento, ela teria afirmado que uma pessoa que ninguém “imaginava” teria um amante, o que levou a familiar a interpretar que a referência era a Graziele.


Preocupada com a situação, a cunhada entrou em contato com a vítima e fez um alerta direto. Assustada, Graziele chegou a se refugiar na casa de uma irmã. No entanto, após ser procurada por Juarez, acabou retornando para a residência do companheiro, onde foi morta.


Diante desses elementos, a Polícia Civil solicitou e cumpriu a prisão de Marcia Helena da Silva, que agora responde por suspeita de participação na instigação e no planejamento do crime. As investigações continuam para esclarecer o grau de envolvimento da mãe no feminicídio que chocou Vespasiano.

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